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INFORME ; CARTÓRIA ESTÁ EM NOVO ENDEREÇO

O REGISTRO DE PESSOAS NATURAIS ( CARTÓRIO ) PASSARÁ A ATENDER EM NOVO ENDEREÇO A PARTIR DESTA SEGUNDA-FEIRA TRÊS DE JUNHO , ELE ESTÁ LOCALIZADO A RUA CORONEL JOSÉ ESTEVES Nº 1186 (FOTO) ,, PRÓXIMO A LOTERIA DO LUIZ , DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA DAS 8:00 AS 14:00 .GEDSC DIGITAL CAMERA

Fim de verão, e agora qual dieta seguir?

Tahis Silva Castro – CRN: 28.861. Nutricionista responsável pela Alimentação Escolar da Prefeitura de São José da Bela Vista.

Artigo escrito pela nutricionista Thais Silva Castro à pedido do Caderno de Notícias

Com o término das festas e férias, percebemos que ganhamos alguns quilinhos a mais do que esperávamos e com isso sentimos vontade de iniciar alguma dieta e tentar eliminar aqueles quilinhos indesejáveis.

Nessa época surgem vários tipos de dieta o qual são chamadas “dietas da moda”, tais como: dieta do carboidrato, dieta da proteína, dieta do óleo de coco, entre outras. Esses tipos de dietas excluem da alimentação alguns alimentos necessários para o nosso organismo ou inserem outros alimentos que não fazem parte do nosso cotidiano.

Algumas dietas têm resultados imediatos, porém em longo prazo você poderá sentir necessidade de ingerir aquele tipo de alimento que foi excluído ou ter aversão aquele alimento ingerido, o qual não faz parte da nossa rotina, e com isso, poderá recuperar todo o peso que você perdeu, acontecendo então o “efeito sanfona” (ato de emagrecer e engordar repetidas vezes).

Para realizar uma dieta saudável e que tenha resultados positivos por tempo prolongado, deve-se consumir moderadamente todos os tipos de alimentos de forma habitual, pois cada um deles é constituído de diversos elementos chamados de nutrientes, e cada um destes nutrientes é responsável por determinadas funções no organismo.

Os nutrientes presentes nos alimentos podem ser:

Carboidratos, tendo como fontes: cereais (arroz, milho, trigo, aveia), raízes e tubérculos (batata doce, batata inglesa, mandioca, inhame, mandioquinha), farinhas (milho, trigo, mandioca, aveia), macarrão, pães, bolachas, broas, açúcar (mascavo e refinado) e mel;

Proteínas, sendo encontras nas carnes (bovina, suína, aves, pescados e miúdos), ovos, leite e derivados (requeijão, queijos, iogurtes, coalhada etc.) e leguminosas (feijões, ervilha, lentilha, soja, etc.);

Gorduras, sendo suas fontes as gorduras vegetais (óleo de soja, girassol, milho, algodão, azeite, canola, creme vegetal (margarina) e gorduras animais (banha, toucinho, manteiga, creme de leite); vale ressaltar que devemos evitar o consumo de gorduras animais e dar preferência aos óleos vegetais pois a ingestão dos mesmos estão associados com a proteção da saúde cardiovascular.

Vitaminas e Minerais, estando presentes nas frutas (laranja, banana, abacaxi, mamão, manga, melancia, etc.) e hortaliças (alface, repolho, acelga, couve, cenoura, berinjela, etc.).

Portanto, para que a perda de peso seja adequada e não prejudique o nosso organismo, devemos inserir em nosso dia-a-dia uma dieta equilibrada, atividades físicas regulares e respeitar sempre as características de cada indivíduo (como peso, altura, sexo, idade, situação econômica etc.), garantindo assim o nosso bem estar.

Mas lembre-se, antes de iniciar qualquer tipo de dieta procure um profissional Nutricionista.

 

Direito do Consumidor – Troca de Mercadorias.

Artigo escrito pelo Dr. Valder Bocalon Migliorini à pedido do Caderno de Notícias

Dr. Válder Bocalon Migliorini             Advogado atuante nas esferas cíveis, família, trabalhista e imobiliário. Formação em Direito – Pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho – Aprovado em Exame de Ordem e inscrito no Órgão de classe sob o número OAB/SP 300.573

No dia-a-dia esbarramos com as seguintes indagações: “comprei um produto, à empresa é obrigada a trocar? Qual o prazo? Mercadorias em liquidação são passíveis de troca?”. Vamos sanar tais dúvidas de forma clara e objetiva.

 

É útil ter um conhecimento básico dos direitos assegurados aos consumidores, especialmente a Lei 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor), também conhecida como “CDC”. O CDC não garante ao comprador a troca ou devolução da mercadoria simplesmente porque o produto não agradou, ou numeração equivocada, não é ato obrigatório das lojas, mas sim, mera faculdade dos lojistas que quando agem desta forma tem a intenção de fidelizar o cliente.

O CDC nos artigos 12 e 18 preveem que a troca da mercadoria seja realizada tão somente quando constatado defeito ou vício no produto.

Na aquisição de produto fora do estabelecimento comercial, seja por telefone, domicílio, catálogo ou internet, é aplicável o artigo 49 do CDC, que estabelece o prazo de 7 dias para desistir do negócio, devolver o produto e receber de volta o dinheiro, independente de defeito ou vicio.

As despesas com a devolução da mercadoria ficarão a cargo do fornecedor e o consumidor terá direito à restituição do valor despendido na aquisição do produto bem como da quantia referente aos fretes. Todo o contato estabelecido com o fornecedor deverá ser guardado com o devido cuidado, como protocolos, e-mails (estes deverão conter o maior número de informações possíveis acerca do objeto e seu motivo de devolução), o dia, a hora e o nome do atendente. É importante, ao enviar o produto para a troca via correios, utilize o Aviso de Recebimento (A.R.), para que seja feita prova da devolução do produto.

Nos casos de promoções, os comerciantes desde a venda já estabelecem que tal mercadoria não tenha direito a troca, visto que, na maioria das vezes possuem em pouca quantidade tais produtos e o colocam em preços demasiados baixos, contudo no caso de defeito ou vicio são obrigados á realizar a troca.

Nos casos de o motivo da devolução do produto seja um defeito de fácil constatação (que se configura pelo não funcionamento, funcionamento inadequado ou de quantidade divergente ao número, peso e extensão informado no produto), poderá dentro do prazo da garantia legal que é 30 dias para produtos não duráveis e, 90 dias para produtos duráveis contados a partir do recebimento do produto, realizar a troca, conforme o artigo 26 do CDC, sendo que no caso de vício oculto tais prazos se iniciam a partir da data da constatação do vício, como resta previsto no § 3º do artigo 26 do CDC.

Constado o defeito, o produto será encaminhado para a Assistência Técnica que têm o prazo de 30 dias para sanar o problema, como está estabelecido no § 1º do artigo 18 do CDC. O prazo de 30 dias se inicia no momento da entrega do produto com defeito á Assistência Técnica. No momento da entrega solicite o comprovante e o guarde em local seguro, esta é sua prova de entrega do produto á Assistência Técnica.

Após o prazo para que a assistência técnica sane o vício no produto, o consumidor fará jus a uma das seguintes opções: a substituição do produto por outro em perfeito estado de funcionamento e conservação; a restituição da quantia paga devidamente corrigida ou o abatimento do valor pago na aquisição de outro produto, sendo que tais opções encontram-se elencadas nas alíneas I, II e III do artigo 18 em seu paragrafo § 1º do CDC.

Por isso você consumidor, sempre verifique e fiquem atentas as condições da loja onde vai realizar suas compras e, Boas Compras!

Como se ter uma vida “mais saudável”

Artigo escrito pelo Dr. César A. Berteli Nehemy à pedido do Caderno de Notícias

Dr. César Augusto Berteli Nehemy.           É formado em Farmácia e Farmácia Industrial. Especialização: Farmacologia.                 CRF 36507. Concluindo a graduação em Educação Física (Bacharelado) ao final de 2012.

Para falar sobre SAÚDE e BEM-ESTAR é preciso primeiro conceituarmos tais assuntos.

Mas ao conceituar bem-estar, me dei conta do quanto ele pode ser subjetivo, pois o meu conceito de bem-estar pode ser, e provavelmente será, diferente do conceito de cada indivíduo. Procurei diversas definições acadêmicas, pedi a opinião de várias pessoas, consultei dicionários, até que enfim, encontrei uma definição que considerei talvez a mais perfeita ou mais adequada e foi a seguinte:

O bem-estar é um processo ativo de equilíbrio que é sustentado por 3 pilares:

  • Físico
  • Material
  • Emocional

O bem-estar físico está diretamente relacionado com a saúde do corpo, da mente e do meio ambiente no qual vivemos.

O bem-estar material tanto é pessoal como o da sociedade à nossa volta. Isto significa que não é possível haver bem-estar se nós pudermos ter conforto material (vivermos na casa que queremos, guiarmos os carros dos nossos sonhos, comprarmos o que desejamos) e os nossos vizinhos ou os nossos próximos viverem na penúria. Este campo é vasto e sujeito a grande desenvolvimento, pois sempre haverá desigualdade social pelos mais diversos motivos. No entanto, para podermos ter e desfrutar de bem-estar material temos o dever de contribuir e ajudar terceiros a melhorarem a sua qualidade de vida e bem-estar material.

O bem-estar emocional são os nossos relacionamentos. Estes são variados: família e amigos, profissional, com o Divino, com “outros” e, acima de tudo, com nós mesmos.

Ao atingir o equilíbrio nestes três pilares, alcançamos a liberdade.

Foi uma surpresa termos chegado a esta conclusão e foi também uma alegria, pois sem liberdade não há nada.

Repetindo a pergunta: “o que é o Bem-Estar?” podemos então defini-lo da seguinte forma:

O bem-estar é um processo ativo de equilíbrio que assenta sobre um pilar físico, um pilar material e um pilar emocional que nos conduz à liberdade.

Tendo então encontrado uma definição sobre bem-estar, busquei então definir saúde.

Segundo o dicionário “Aurélio”, “SAÚDE” significa conservação da vida, robustez, vigor, estado em que se é sadio ou são, disposição do organismo, moral ou mental. Segundo Almeida Filho, saúde vem do latim “salutis” que origina também, desde salvar (livrar do perigo, afastar o risco), até saudar (desejar saúde) e são; de “sânus” se originam sanidade e sanitário. Enfim, saúde é salvação, conservação da vida, vigor.

Christopher Boorse definiu em 1977 a saúde como a simples ausência de doença; pretendia apresentar uma definição “naturalista”. Em 1981, Leon Kass questionou que o bem-estar mental fosse parte do campo da saúde; sua definição de saúde foi:

“o bem-funcionar de um organismo como um todo”, ou ainda “uma atividade do organismo vivo de acordo com suas excelências específicas.” Lennart Nordenfelt definiu em 2001 a saúde como um estado físico e mental em que é possível alcançar todas as metas vitais, dadas as circunstâncias.

As definições acima têm seus méritos, mas provavelmente a segunda definição mais citada também é da OMS (Organização Mundial de Saúde), mais especificamente do Escritório Regional Europeu: A saúde é uma medida em que um indivíduo ou grupo é capaz, por um lado, de realizar aspirações e satisfazer necessidades e, por outro, de lidar com o meio ambiente.

A saúde é, portanto, vista como um recurso para a vida diária, não o objetivo dela; abranger os recursos sociais e pessoais, bem como as capacidades físicas, é um conceito positivo.

Na constituição federal é direito de todos e dever do Estado e na lei orgânica: A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais. Os níveis de saúde da população expressam a organização social e econômica do País.

Mas afinal, qual é o objetivo deste artigo?

Além de trazer ao leitor conceitos atualizados sobre bem-estar e saúde, este artigo tem também o intuito de levar o leitor a pensar a respeito dos seus próprios conceitos relacionados ao tema de partida e também de analizar se seus direitos se fazem valer.

A partir destes conceitos iniciais, daremos segmento a outros artigos de utilidade pública envolvendo os mais variados temas relacionados à manutenção da saúde e bem-estar públicos e pessoais.